
Hilma af Klint, The Swan, No. 1, 1915.
01
Quando alguma coisa começa a pedir a mudança

Hilma af Klint — The Ten Largest, No. 8, Adulthood, 1907
02
Um espaço para compreender
o que está acontecendo
A psicoterapia não começa pela tentativa de corrigir aquilo que está errado. Começa pela possibilidade de compreender.
Compreender a própria história, os conflitos que se repetem, as relações que nos atravessam, aquilo que sentimos e também aspectos de nós mesmos que nem sempre conseguimos reconhecer ou nomear.
Ao longo desse processo, experiências que antes pareciam desconectadas podem começar a ganhar sentido. E, pouco a pouco, novas maneiras de se relacionar consigo, com os outros e com a própria vida podem se tornar possíveis.
Compreender é o primeiro movimento de transformação.

Entre aquilo que fomos e aquilo que podemos nos tornar
03
A vida nos transforma. Há partes que precisam ser acolhidas, outras que precisam ser deixadas para trás, e outras que ainda estão por nascer.
Inspirada na psicologia analítica, a psicoterapia pode ser um espaço para atravessar esses processos de transformação com mais consciência, reconhecendo o que pertence à própria história e abrindo espaço para novas possibilidades.
Não se trata de apagar quem você é, mas de integrar o que faz sentido e deixar ir aquilo que já não precisa permanecer.
04
Diferentes maneiras de ser
Nem todas as pessoas percebem, sentem ou se relacionam com o mundo da mesma maneira.
Há quem viva com maior intensidade, sensibilidade ou necessidade de compreender profundamente aquilo que experimenta. Há também pessoas que, durante muito tempo, aprenderam a se adaptar às expectativas ao redor e acabaram se afastando da própria maneira de funcionar.
A psicoterapia pode oferecer um espaço para reconhecer essas diferenças sem partir da ideia de que existe uma única forma correta de sentir, pensar ou estar no mundo.
Compreender a própria maneira de ser também pode ser uma forma de encontrar lugar.

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