top of page
01.

Psicologia Clínica:

Psicoterapia para Crianças e Adolescentes

Cada criança tem uma maneira própria de perceber, sentir e se relacionar com o mundo. Por isso, o trabalho terapêutico parte da sua individualidade — de sua história, seus interesses, sua forma de expressão, suas potencialidades e também das dificuldades que encontra ao longo do desenvolvimento.

A psicoterapia acontece em um espaço acolhedor, no qual brincadeiras, jogos, histórias, recursos expressivos e elementos da arteterapia podem fazer parte do processo. São diferentes caminhos para que a criança ou o adolescente possa comunicar aquilo que nem sempre consegue colocar em palavras, ampliar o conhecimento sobre si e encontrar novas possibilidades para lidar com suas experiências.

O acompanhamento também considera os diferentes contextos dos quais a criança participa, especialmente a família e a escola, buscando compreender suas necessidades para além de comportamentos ou diagnósticos.

.

No que posso ajudar:

  • dificuldades relacionadas às emoções, autoestima, ansiedade, medos, relações sociais, comportamento e adaptação a mudanças;

  • desenvolvimento de autonomia, identidade e recursos emocionais;

  • acompanhamento de crianças e adolescentes com TDAH e autismo, respeitando seu modo particular de funcionamento e suas necessidades;

  • acompanhamento de crianças e adolescentes com altas habilidades/superdotação, considerando não apenas suas potencialidades, mas também aspectos emocionais, sociais e possíveis assincronias do desenvolvimento;

  • dificuldades relacionadas à atenção, organização, planejamento e outras funções executivas;

  • orientação e acompanhamento dos responsáveis ao longo do processo terapêutico, quando necessário.

crianças e adolescents
02.

Psicologia Clínica:

Psicoterapia para Adultos

Um espaço para compreender a própria história e construir uma relação mais consciente consigo mesmo.

 

Nem sempre buscamos psicoterapia porque existe um diagnóstico ou porque alguma coisa está claramente “errada”. Às vezes, o que aparece é uma sensação de vazio, insatisfação, ansiedade, tristeza, conflitos nos relacionamentos ou a percepção de que determinadas situações e padrões continuam se repetindo, mesmo quando desejamos fazer diferente.

Em outros momentos, são as próprias mudanças da vida — relacionamentos, separações, maternidade e paternidade, trabalho, envelhecimento, perdas ou escolhas importantes — que nos colocam diante de perguntas para as quais as antigas respostas já não parecem suficientes.

A psicoterapia oferece um espaço de escuta, reflexão e construção de novos sentidos para a própria experiência, respeitando a história, o momento de vida e a individualidade de cada pessoa.

 

Meu olhar clínico

Meu trabalho é orientado pela Psicologia Analítica, desenvolvida a partir das ideias de Carl Gustav Jung.

Além das questões trazidas para a sessão e das experiências da vida cotidiana, o processo pode incluir a observação de padrões que se repetem, relações, emoções, imagens, sonhos, símbolos e outras formas pelas quais nossa vida psíquica se expressa.

Não se trata de encontrar uma versão ideal de quem deveríamos ser, mas de ampliar a compreensão sobre quem somos, como chegamos até aqui e o que, em nós, talvez esteja pedindo espaço para ser reconhecido e vivido.

​

A psicoterapia pode ajudar em momentos de:

  • ansiedade, angústia, tristeza ou sensação de vazio;

  • conflitos afetivos, familiares e profissionais;

  • dificuldades nos relacionamentos;

  • mudanças, perdas, separações e transições de vida;

  • dificuldades para estabelecer limites ou fazer escolhas;

  • sensação de estar vivendo de maneira muito distante dos próprios desejos;

  • repetição de padrões que geram sofrimento;

  • questionamentos sobre identidade, propósito e caminhos de vida;

  • busca por maior autoconhecimento e compreensão da própria história.

 

Psicoterapia também é autoconhecimento

Não é necessário esperar que o sofrimento se torne insuportável para iniciar um processo terapêutico.

A psicoterapia também pode nascer da curiosidade sobre si mesmo: do desejo de compreender escolhas, relações, contradições, potencialidades e aspectos da personalidade que ainda conhecemos pouco.

Ao longo do processo, o objetivo não é oferecer respostas prontas sobre como uma pessoa deveria viver, mas ajudá-la a construir uma relação mais consciente com aquilo que sente, deseja, escolhe e vive.

03.

Avaliação Neuropsicológica:

Crianças e Adolescentes

Na infância e na adolescência, a avaliação pode ajudar a compreender particularidades do desenvolvimento, da aprendizagem e do comportamento, especialmente quando existem dúvidas sobre o desempenho escolar, atenção, linguagem, memória, funções executivas, habilidades sociais ou regulação emocional.

​

Também pode contribuir para a investigação de diferentes perfis do neurodesenvolvimento, como TDAH, autismo, transtornos específicos da aprendizagem e altas habilidades/superdotação, inclusive quando há características que se sobrepõem ou tornam o perfil menos evidente.

​

O processo considera não apenas as dificuldades, mas também as habilidades e potencialidades da criança ou do adolescente, buscando compreender suas necessidades de maneira individualizada e oferecer orientações que possam favorecer seu desenvolvimento na família, na escola e em outros contextos importantes.

Adulto

Na vida adulta, muitas pessoas procuram uma avaliação porque percebem dificuldades que acompanham sua história ou porque começam a questionar e compreender de outra maneira características que sempre fizeram parte de sua vida.

​

A avaliação pode investigar aspectos como atenção, memória, funções executivas, inteligência e outras habilidades cognitivas, integrando essas informações à história de vida e aos aspectos emocionais e comportamentais.

Pode ser indicada diante de dúvidas relacionadas a TDAH, autismo, altas habilidades/superdotação, dificuldades cognitivas e de aprendizagem, assim como em situações em que se deseja compreender possíveis alterações no funcionamento cognitivo.

​

O objetivo é chegar a uma compreensão mais clara e individualizada do funcionamento da pessoa, contribuindo para orientações, acompanhamento e decisões sobre os próximos passos, quando necessários.

Quando a Avaliação Neuropsicológica é necessária?

A avaliação neuropsicológica pode ser realizada quando existem dúvidas sobre aspectos do funcionamento cognitivo, emocional ou comportamental — como atenção, memória, aprendizagem, organização, planejamento, linguagem, habilidades intelectuais ou funcionamento social.

​

Ela pode auxiliar na investigação de condições do neurodesenvolvimento, como TDAH, autismo, transtornos de aprendizagem e altas habilidades/superdotação, assim como na compreensão de mudanças cognitivas percebidas ao longo da vida ou associadas a condições neurológicas e psiquiátricas.

​

Mas a avaliação não precisa partir apenas da existência de uma dificuldade ou da busca por um diagnóstico.

 

Avaliação também como caminho de autoconhecimento

Em alguns momentos, a pessoa procura uma avaliação porque deseja compreender melhor a própria maneira de funcionar.

Pode existir uma sensação de ser diferente, uma história marcada por determinadas facilidades e dificuldades, padrões que acompanham a pessoa desde a infância ou simplesmente perguntas sobre sua forma de aprender, pensar, organizar-se, relacionar-se e lidar com as próprias emoções.

​

Nesses casos, a avaliação pode contribuir para a construção de um perfil individual de funcionamento, integrando habilidades cognitivas, aspectos emocionais, comportamentais e a história de vida.

 

Mais do que responder apenas à pergunta “há um diagnóstico?”, o processo pode ajudar a responder:

Como eu funciono? Quais são minhas potencialidades? Onde encontro mais dificuldades? O que preciso compreender e respeitar na minha própria maneira de ser?

​

04.

Orientação Vocacional

“Cada pessoa traz uma singularidade que pede para ser vivida.”

Escolher uma profissão é também começar a descobrir quem se quer ser.

A escolha profissional costuma chegar em um momento da vida em que muitas outras escolhas ainda estão sendo construídas. Para o adolescente, decidir um curso ou uma profissão pode envolver interesses e habilidades, mas também expectativas familiares, dúvidas, inseguranças, valores, sonhos e diferentes ideias sobre o futuro.

​

Por isso, a Orientação Vocacional e Profissional que desenvolvo não busca simplesmente encontrar uma resposta para a pergunta “qual profissão combina comigo?”.

​

O processo é construído a partir da individualidade de cada adolescente, ajudando-o a conhecer melhor seus interesses, habilidades, características pessoais, valores e expectativas, ao mesmo tempo em que amplia seu conhecimento sobre cursos, profissões e diferentes possibilidades de trajetória.

Ao longo dos encontros, utilizamos conversas, atividades reflexivas e recursos lúdicos e expressivos, além de instrumentos psicológicos quando pertinentes. O objetivo é reunir diferentes informações para que o adolescente possa construir uma escolha que tenha sentido para ele — e não apenas encontrar uma profissão indicada por um teste.

​

O que podemos explorar durante o processo

  • interesses, habilidades e potencialidades;

  • características pessoais e formas particulares de aprender e funcionar;

  • valores e aquilo que o adolescente considera importante para sua vida;

  • expectativas, medos e dúvidas relacionados ao futuro;

  • influência da família e de outras pessoas importantes sobre a escolha;

  • cursos, profissões e diferentes possibilidades de formação;

  • realidade das profissões e do mundo do trabalho;

  • critérios para comparar possibilidades e tomar decisões;

  • construção de maior autonomia e segurança diante da escolha.

  •  

E quando o adolescente ainda não sabe o que quer?

Tudo bem.

Não é necessário chegar à orientação com profissões previamente escolhidas ou com uma ideia clara do futuro. Às vezes, o ponto de partida é justamente:

“Eu não faço a menor ideia do que quero fazer.”

A orientação oferece um espaço para investigar essa dúvida, experimentar possibilidades e transformar uma escolha que inicialmente parece enorme em um processo que pode ser construído aos poucos.

Ao final, mais importante do que entregar ao adolescente uma resposta pronta é ajudá-lo a compreender por que determinadas possibilidades fazem sentido para ele e oferecer recursos para que participe ativamente das próprias escolhas.

bottom of page