

Quando a psicoterapia pode ajudar?
Talvez algumas dessas situações façam parte do cotidiano da sua criança ou adolescente.

Emoções muito intensas
Quando frustrações, medos, ansiedade, raiva ou tristeza parecem difíceis de compreender, expressar ou manejar.

Mudanças e momentos difíceis
Separações, perdas, mudanças familiares ou escolares e outras experiências que podem exigir novos recursos para serem elaboradas.

Relações e convivência
Dificuldades para fazer ou manter amizades, lidar com conflitos, compreender situações sociais ou encontrar seu lugar nos grupos.

Escola e desenvolvimento
Quando questões relacionadas à aprendizagem, atenção, comportamento, autonomia ou desenvolvimento começam a gerar sofrimento ou conflitos no cotidiano.

Insegurança e autoestima
Quando aparecem autocrítica, medo de errar, necessidade excessiva de aprovação ou a sensação frequente de não ser bom o bastante.

Um jeito particular de estar no mundo
Algumas crianças e adolescentes são especialmente sensíveis, intensos, criativos ou apresentam formas diferentes de perceber, pensar e se relacionar. A psicoterapia pode ajudá-los a compreender essas particularidades sem reduzir quem são a um diagnóstico.
Um espaço construído a partir da individualidade de cada criança.
Cada criança tem uma maneira própria de perceber, sentir e se relacionar com o mundo. Por isso, o trabalho terapêutico parte da sua individualidade — de sua história, seus interesses, sua forma de expressão, suas potencialidades e também das dificuldades que encontra ao longo do desenvolvimento.
Brincadeiras, jogos, histórias, recursos expressivos e elementos da arteterapia podem fazer parte do processo. São diferentes caminhos para que a criança ou o adolescente possa comunicar aquilo que nem sempre consegue colocar em palavras, ampliar o conhecimento sobre si e encontrar novas possibilidades para lidar com suas experiências.


E na adolescência?


Na adolescência, o espaço terapêutico acompanha as transformações próprias desse período: identidade, autonomia, relações, pertencimento, escolhas, conflitos familiares, experiências escolares e a construção de novas maneiras de compreender a si mesmo e o mundo.
A forma de trabalho também acompanha a idade, os interesses e a maneira particular de cada adolescente se expressar. Conversas, histórias, imagens, jogos, recursos expressivos e outros elementos podem encontrar lugar no processo, construindo um espaço em que ele possa falar de si sem precisar se encaixar em uma forma única de fazer terapia.
Cada criança tem seu próprio jeito de estar no mundo.
Meu trabalho começa por conhecê-lo.

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